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Quem são os Hackes, por que eles existem ?Hacker, designava qualquer pessoa que fosse extremamente especializada em uma determinada área. Qualquer fera em qualquer assunto, poderia ser considerado um hacker. Por exemplo: seu Irmão Joãozinho é Hacker em tem encher o saco, sua vizinha é Hacker em desfilar de calcinha e soutien enquanto você à espia,Você é Hacker em cinco contra um no banheiro com a Playboy no colo... Somente com a ajuda do cinema americado, é que o termo Hacker de Computador passou a ser utilizado largamente, mas nem por isso perdeu sua identidade. Quem não se lembra do filme War Games, onde um garoto, brincando com seu modem, acessa (por acidente!) o NORAD, simplesmente o computador responsável pela segurança de guerra dos Estados Unidos da América? Evidentemente, as pesquisas e técnicas realizadas pelo garoto para descobrir a senha do suposto jogo (ele não sabia em que estava se metendo) é digna de um hacker. Pelo menos dos hackers daquela época... Isso não quer dizer que este filme foi a base de lançamento de atitudes hacker por todo o mundo, mas foi um dos responsáveis pela dilatação desses pensamentos. O mercado americano (sim, mais uma vez estamos girando em torno dos Estados Unidos - tem outro jeito?) abarrotou as prateleiras de livros como Cyberpunk, e mais tarde, qualquer nota sobre invasão de sistemas ou crimes relacionados a computadores ganhavam um espaço cada vez maior na mídia. Existiam hackers de verdade sim! Eram pessoas que trabalhavam em projetos de computadores e técnicos altamente especializados. Mas também existiam aqueles garotos, que após descobrirem que invadir um sistema ou lançar um missil não era tão fácil quanto ver um filme ou ler um livro, insistiram e estudaram muito (as maiores virtudes dos hackers são a força de vontade e a dedicação aos estudos), conseguiram muitas proezas e hoje, grande parte trabalha na área de segurança de computadores. O resto está preso. A grande maioria dos hackers são jovens. Dizem que é uma fase da vida de cada micreiro. E além do mais o jovem tem muito mais tempo para estudar e aprender. Depois que cresce, precisa se preocupar com a vida de verdade e passa a trabalhar (geralmente com computadores), deixando de invadir sistemas ou fazer coisas piores. Os poucos que continuam a praticar atos de hacker são espiões industriais ou especialistas em segurança, e passam a fazer um jogo de gente grande, onde a pessoa vai precisar deter de verdade os invasores perigosos (os espiões), e estes se protegerem do risco de invadir sistemas (e da polícia).
A hierarquia do mundo underground é muito simples: ou a pessoa é um hacker, ou não. Simples assim: se a pessoa tem conhecimentos aprofundados em qualquer assunto (de preferência pouco explorado), a pessoa pode se considerar um hacker; caso contrário, se a pessoa não tem nenhuma novidade em nenhum campo da computação ou correlatos, e apenas utiliza o conhecimento dos hackers para fazer suas investidas, ela é considerada inferior, pouco ou nada interessante, e é sumariamente ignorada. Dentro do fechado e pequeno grupo dos verdadeiros gênios dos computadores, podem-se distinguir três sub-grupos principais:
Agora, fora desses grupos acima, temos inúmeras categorias de "não-hackers", onde se enquadram a maioria dos pretendentes a hacker, e a cada dia, surgem novos termos para designá-los. São os principais:
Um outro detalhe que vale lembrar é que: os "pseudo-hackers" fazem questão de escrever de forma absolutamente ilegível, trocando letras por caracteres especiais que, segundo eles, se parecem. Além disso, muitas palavras podem ser substituídas por outras com grafia um pouco diferente. Lamers, por exemplo, pode perfeitamente virar Lamerz, Lammerz, Lamah, e por aí vai... Por incrível que pareça, a maioria das pessoas que acham que são hackers, não são. E uma minoria, que óbviamente jura não ter nenhum envolvimento com o underground da computação, são hackers muito experientes mas raramente perigosos. Os hackers perigosos ficam entre estes dois grupos, pois são experientes mas gostam de aparecer, o que dá a impressão de que são muitos, mas na verdade, muito mesmo são só os artifícios utilizados por eles para descobrir novas maneiras de pendurar uma melancia no pescoço. |
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